Comecei a procurar por você que sonda
meu pensamento e se torna a cada dia presente no meu eu.
Tentando, entender, o que realmente me motiva,
a pensar, em ti, sonhar com você.
Comecei a conversar comigo mesmo dentro de mim.
E fiz do meu corpo santuário das minhas reflexões,
dos meus anseios, das minhas revelações,
e procurei no meu intimo essa razão em que me faz dizer:
Sinto você quando estou a olhar o céu, o mar, a respirar
e sentir seu cheiro em meio a varias flores do campo,
da mesma forma, queria ser o rio, te banhar, contornar,
as curvas do seu corpo, acariciar suavemente sua pele
como o rio perene, calmo, e tranqüilo.
Oh, Ninfa! por onde andas agora?
Não percebes que te quero,
não percebes que não me canso em
fazer sacrifícios em altares vivos
que é o meu corpo pronto a te venerar.
Corpo este que se torna sagrado só por
ser templo do seu EU, quando conseguirei
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