segunda-feira, 18 de março de 2013

A minha Ninfa - Por Wagner Amparo



Comecei a procurar por você que sonda 
meu pensamento e se torna a cada dia presente no meu eu.
Tentando, entender, o que realmente me motiva, 
a pensar, em ti, sonhar com você.
Comecei a conversar comigo mesmo dentro de mim. 
E fiz do meu corpo santuário das minhas reflexões, 
dos meus anseios, das minhas revelações, 
e procurei no meu intimo essa razão em que me faz dizer: 
Sinto você quando estou a olhar o céu, o mar, a respirar 
e sentir seu cheiro em meio a varias flores do campo, 
da mesma forma, queria ser o rio, te banhar, contornar,
as curvas do seu corpo, acariciar suavemente sua pele 
como o rio perene, calmo, e tranqüilo.
Oh, Ninfa! por onde andas agora? 
Não percebes que te quero, 
não percebes que não me canso em 
fazer sacrifícios em altares vivos 
que é o meu corpo pronto a te venerar. 
Corpo este que se torna sagrado só por  
ser templo do seu EU, quando conseguirei 
merecer estar face a face com você   


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